Katherine Hudson, nome verdadeiro da estrela que passou nesta semana pelo Brasil, rodou um bocado antes de se transformar em ídolo, por vieses diferentes, de crianças, adolescentes e adultos. Nascida numa família de ministros pentecostais, passou a infância pulando de cidade em cidade, onde os pais pregavam com a bíblia na mão e fervor evangélico. Aos 13 anos, passou a escrever suas próprias canções, e aos 15 lançou um disco gospel.
Divulgação
Cartaz de 'Katy Perry: Part of Me'
Isolada numa bolha familiar, ela não podia escutar música ou assistir a filmes considerados "profanos" – nada de Michael Jackson e "O Mágico de Oz", por exemplo. De repente, a adolescente loirinha que louvava a Deus se transforma numa morena raivosa - segundo ela, inspirada em "Jagged Little Pill" (1995), o premiado álbum de Alanis Morissette.

Uma metamorfose surpreendente, mas menor do que a dos pais da cantora: de pastor comportado, com barba e roupa social, Keith Hudson, o pai, aparece falando atualmente de óculos escuros, cabeça raspada e crucifixo gigante pendurado no pescoço. Como ele virou um senhor de meia-idade com pinta de rapper? Uma excelente pergunta que o filme não se preocupa em responder.
Para reproduzir essa época, "Part of Me" usa um belo material de arquivo, de quando Katy tinha 18 anos e gravou vídeos, em formato de depoimento, para a MTV norte-americana (assista). Nessa época ela já havia se mudado para Los Angeles e caído na noite tresloucada da cidade. Sob a batuta de Glen Ballard, não por acaso o produtor de Alanis, a garota havia se tornado uma cantora de pop rock genérico, porém sincero, composto por ela mesma.

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